Um dos principais objetivos da APO é dar formação aos profissionais que se dedicam á área da Otoneurologia. Com o surgimento da pandemia COVID-19 e o confinamento por ela imposto é necessário reinventar as formas de conseguir honrar este compromisso, utilizando os meios de comunicação digitais para ultrapassar a redoma em cada um vive e chegar aos associados, partilhando o conhecimento e fornecendo a formação necessária para enfrentar este “novo mundo” em que agora teremos de viver, nos tempos mais próximos. Com esse objetivo a APO vai reestruturar a sua estratégia de formação privilegiando os meios digitais organizando Webinar temáticos e cursos “online” sobre diferentes temas.
 
Para começar esta nova era, a APO vai organizar no dia 3/6/2020 às 21,30 h, um Webinar com o título “A vertigem, o médico e o doente. Nova realidade, o mesmo foco” em que a problemática da vertigem e a entrada num novo “normal” serão abordados por cinco membros da Associação Portuguesa de Otoneurologia. Tendo em conta os seus diferentes contextos hospitalares e realidades, os especialistas vão partilhar as suas experiências e aquela que, a seu ver, é a forma mais adequada de acompanhar esta patologia.
 
Nuno Trigueiros
 

Na Fundação Calouste Gulbenkian, organizado pela APO e para assinalar o Dia Mundial da Audição, realizou-se no passado dia 3/3 um encontro, sob o lema “Ouvir com Arte”. No evento, estiveram presentes Médicos ORL, Audiologistas, doentes e público em geral, o qual contou também com a presença do Bastonário da OM. 
 
Lembrar a importância da audição, chamar a atenção das numerosas causas que originam a sua degradação e o papel da reabilitação precoce, foram as principais mensagens definidas pelo Professor Nuno Trigueiros. 
 

Com a tese subordinada ao tema “Hipofunção vestibular bilateral e a hipostesia vibratória distal nos membros inferiores como predadores do risco de quedas no idoso. Estudo em coorte transversal”, a fisioterapeuta Teresa Benzinho prestou provas a 12 de maio de 2020, que lhe outorgaram o grau de mestre em Neurociências, pela Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, sendo-lhe atribuída a classificação de 20 valores. As provas foram realizadas por videoconferência e o júri constituído pelos Profs. Maria Isabel Pavão Martins (presidente), Leonel Luís e João de Lemos.

 

Caros colegas,
A Direção da APO-Associação Portuguesa de Otoneurologia de acordo com a recomendação da Ordem dos Médicos e da APIFARMA que seguem abaixo decidiu adiar o Congresso Anual da APO.
As novas datas são: 8, 9 e 10 de Outubro de 2020, no Hotel dos Templários, em Tomar. Felizmente todos os convidados estrangeiros e nacionais estão disponíveis e aceitaram manter o programa que inicialmente tinha sido previsto.
Lamentamos qualquer inconveniente desta alteração e continuamos a contar com a vossa participação em Outubro.
Cordiais saudações,
 
Nuno Trigueiros
Presidente da Direção APO
 
 
COMUNICADO DA ORDEM DOS MÉDICOS

 

CarosColegas,

Enviamos para conhecimento de todos os Colegas, a nota de imprensa que realizamos e divulgamos no passado dia 2 de março, com o intuito de dar conta de algumas das recomendações que a Ordem dos Médicos, através do Gabinete de Crise criado para este efeito, considera urgentes no contexto de contenção e combate ao surto de COVID-19:

A Ordem dos Médicos, na sequência do surto pelo novo coronavírus e perante o que se conhece até ao momento, decidiu emitir um conjunto de recomendações que visam contribuir de forma positiva para um melhor acompanhamento do que está a acontecer no terreno, para capacitar as instituições de saúde no sentido de poderem responder de forma ágil às necessidades logísticas e de recursos humanos e para conter a transmissão de casos em Portugal:

1.    Criação de uma linha de financiamento específica para o COVID-19, que permita que as instituições de saúde atuem com autonomia, adaptabilidade e rapidez para fazer face a uma situação muito dinâmica;

2.    Identificação clara de uma cadeia de comando, liderada pela Direção-Geral da Saúde, que comunique com clareza e que sirva de elo entre os vários intervenientes;

3.    Publicação urgente e ampla divulgação do Plano de Contingência Nacional;

4.    Nomeação de um novo diretor para o Programa Nacional de Prevenção e Controlo de Infeções e das Resistências aos Antimicrobianos (PPCIRA), que está sem liderança há mais de seis meses;

5.    Os médicos assintomáticos que regressem de zonas afetadas pelo coronavírus, com transmissão ativa na comunidade, devem avaliar com a respetiva instituição, nomeadamente com os serviços de saúde ocupacional, as medidas a adotar;

6.    Os médicos não devem ir a reuniões médicas e científicas, nacionais ou internacionais, que não sejam estritamente essenciais, recomendando a Ordem dos Médicos que as reuniões científicas programadas para o nosso país possam vir a ser adiadas;

7.    A Direção-Geral da Saúde deve melhorar toda a informação divulgada e adaptar o seu site para que seja navegável através de smartphones, o meio atualmente mais utilizado quer por profissionais de saúde quer por cidadãos;

8.    Divulgação e implementação ampla das normas de proteção dos profissionais de saúde e formas de acompanhamento dos doentes, quer em ambulatório quer em internamento.

A Ordem dos Médicos reitera a sua total confiança na Direção-Geral da Saúde e disponibilidade para colaborar com as autoridades competentes em tudo o que entendem como necessário, relembrando que criou ainda em janeiro um Gabinete de Crise multidisciplinar para o acompanhamento deste surto.
 

Lisboa, 02 de março de 2020,

O Bastonário da Ordem dos Médicos
O Gabinete de Crise da Ordem dos Médicos

 

COMUNICADO DA APIFARMA

Atendendo ao impacto do COVID-19 a nível mundial, e às situações de doença ocorridas na Europa, e confirmadas hoje também em Portugal, a Ordem dos Médicos e a APIFARMA – Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica, recomendam aos seus associados que, sempre que possível, procedam ao adiamento dos eventos que tenham agendados, como conferências, congressos, seminários, simpósios. Esta medida preventiva deverá manter-se enquanto os riscos para a saúde pública se mantiverem nos atuais níveis. 

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